
28 Outubro 2009
22 Outubro 2009
Mais uma guerreira!!!

Maria Aparecida da Rosa consegue sustentar quatro filhos e mais um neto com apenas R$ 112,00. Mora na comunidade do Morro da Cruz, considerada uma das mais pobres da Capital. Mais uma brasileira guerreira que obtém recursos para sobreviver e não se intimida com as ocorrências de violência e não se lamenta pelas dificuldades que enfrenta na luta diária de existir!!!
Carona na mochila!!!!
14 Outubro 2009
Decidida!!!!




Leandra Abreu trabalha na lavoura de tomate com sua família na comunidade de Vargem do Braço em Santo Amaro da Imperatriz. Quando conheci este exemplo de dedicação, disse que não poderia para conversar pq estava trabalhando. Para ela todo o esforço terá uma recompensa num futuro próximo. Sabe da importância de ajudar a família na renda neste momento. Mesmo assim, os olhos brilham quando comenta sobre um trabalho após estudar numa faculdade...Ela apenas não sabia se poderia levar seu companheiro, seu cachorro e companheiro que aguardava ela no meio da lavoura...o Brasil precisa de pessoas como ela, fortes e decididas...
02 Outubro 2009
Campeões em busca de patrocínio e apoio!!!!

Superação dos limites, reconhecimento, força de vontade e garra eles têm de sobra. A vontade de vencer e buscar novos horizontes é a motivação dos 12 atletas do time de basquete de cadeiras de rodas da Associação Florianópolitana de Deficientes Físicos. Os únicos impecílios numa trajetória marcada por disciplina e dedicação são a falta de apoio e patrocínio.Eles pretendem embarcar terça-feira para Fortaleza para disputar o Campeonato Brasileiro da terceira Divisão de Basquete de Cadeiras de Rodas. Vaga conquistada no ano passado, com o segundo lugar na etapa regional sul entre os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. Três equipes se classificarão em Fortaleza para a segunda Divisão. Atualmente a Aflodef tem apenas R$ 3.570 mensais da Fundação Municipal de Esportes para os sete esportes que trabalham._ A equipe precisa de R$ 8,5 mil para fazer a viagem. Até o momento não temos nenhuma verba. Fomos em vários comerciantes e empresários e não conseguimos nada _ ressalta o presidente da Aflodef, José Roberto Leal.Os treinos ocorrem no ginásio do Instituto Federal de Santa Catarina três vezes por semana. Bruno Telles participa da seleção brasileira sub-21 e é cogitado para participar do sul-americano em Bogotá este mês. O 'seu Arno', como é conhecido carinhosamente entre os atletas, participou da primeira equipe de Santa Catarina. Durante o aquecimento, na noite de quarta-feira, ele acertou três arremessos seguidos da linha dos três pontos. Vitor Hugo Eloy, 24 anos, é outro destaque da equipe fundada há 15 anos. Há quatro anos pratica a modalidade pioneira no Brasil no paradesporto. Em novembro de 2003 sofreu um choque elétrico. Teve amputação transtibial bilateral. _ Gosto de treinar com essa equipe. Nunca tinha jogado basquete antes. Agora, não vejo a hora de jogar.O mais experiente da equipe é Silsso Brandão, 46 anos. Na bagagem ele possui os mundiais da Inglaterra, em 1984, e nos Estados Unidos, em 1987. Há 28 anos se dedica ao basquete de cadeiras de rodas e obteve sete troféus de cestinha. No Sul-Americano de Clubes no Uruguai, em 2003, fez 146 pontos em sete partidas. _Infelizmente fico surpreso com a falta de apoio e de patrocínio para nossa equipe e, principalmente, para o paradesporto. Para o técnico Maurício Lima de Paula, a experiência como técnico desta equipe é uma experiência única. _ O primeiro jogo como treinador eu jamais vou esquecer. Foi emocionante ver a garra e a vontade destes atletas _ relembra, emocionado.O time da Aflodef fornece as cadeiras de rodas especiais para a modalidade. Feitas sob medida para cada jogador, são de fibra de carbono e custam aproximadamente R$ 3,8 mil, com um custo mensal de R$ 50 a R$ 100,00. _ É fundamental que os empresários enxerguem o paradesporto como um veículo de comunicação de sua empresa _ pondera Giselle Margot Chirolli, coordenadora do departamento de esporte adaptado da Aflodef, ressaltando que, para que esse e todos os outros trabalhos continuem na Aflodef, é preciso apoio, parcerias e incentivo.
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